Fundada em 2000, na cidade histórica de Ouro Preto (MG), a Orquestra Ouro Preto consolidou-se como uma das mais reconhecidas e atuantes formações musicais do Brasil. Sob direção artística e regência do maestro Rodrigo Toffolo, desenvolve uma trajetória marcada pela excelência artística, pela valorização da música brasileira e pela busca constante de novas formas de diálogo entre a música de concerto e diferentes públicos.
Ao longo de mais de duas décadas de atividade, a Orquestra construiu uma identidade singular no cenário cultural brasileiro. Sua proposta artística combina o rigor da tradição orquestral com uma abordagem contemporânea, capaz de transitar entre diferentes repertórios, linguagens e expressões artísticas. Essa versatilidade tornou-se uma de suas principais características e permitiu o desenvolvimento de projetos que aproximam a música de concerto da música popular, da literatura, do teatro, da dança, do audiovisual e de outras manifestações da cultura brasileira.
Reconhecida por sua capacidade de inovação, a Orquestra tem realizado importantes parcerias com artistas de diferentes gerações e estilos musicais, promovendo encontros que ampliam o alcance da música orquestral e contribuem para a formação de novos públicos. Ao mesmo tempo, mantém um compromisso permanente com a difusão do repertório de concerto, apresentando obras fundamentais da tradição musical e valorizando compositores brasileiros de diferentes períodos.
A música brasileira ocupa lugar central em sua atuação. Além de interpretar e difundir obras de importantes compositores nacionais, a Orquestra investe na criação de novos repertórios, encomenda arranjos e composições e desenvolve projetos dedicados à preservação e à renovação do patrimônio musical brasileiro.
Outro eixo fundamental de sua trajetória é o trabalho desenvolvido em torno da ópera brasileira. A Orquestra Ouro Preto tornou-se referência nacional na criação, produção e circulação de obras operísticas em língua portuguesa, contribuindo para ampliar a presença do gênero no cenário cultural contemporâneo. Produções como Auto da Compadecida, Hilda Furacão, Feliz Ano Velho e outras montagens originais reafirmam seu compromisso com a construção de um repertório operístico conectado à realidade, à literatura e à cultura do país.
Ao longo de sua história, a Orquestra realizou apresentações em importantes salas de concerto, teatros e festivais no Brasil e no exterior, acumulando reconhecimento da crítica, do público e de instituições culturais. Sua discografia reúne gravações dedicadas tanto ao repertório brasileiro quanto a projetos especiais desenvolvidos em parceria com artistas convidados.
Paralelamente à atividade artística, desenvolve ações voltadas para a formação, a pesquisa e a democratização do acesso à cultura. Por meio de programas educativos, iniciativas de difusão e projetos de alcance social, busca ampliar o contato da população com a música de concerto e contribuir para a formação de novas gerações de ouvintes e músicos.
Mais do que uma orquestra, a Orquestra Ouro Preto é um espaço de criação, experimentação e encontro. Sua atuação é guiada pela convicção de que a música pode estabelecer pontes entre diferentes universos culturais, estimular o diálogo e ampliar o acesso da sociedade à arte.
Com uma trajetória construída a partir da inovação, da excelência artística e do compromisso com a cultura brasileira, a Orquestra Ouro Preto segue desenvolvendo projetos que conectam tradição e contemporaneidade, reafirmando seu papel como uma das instituições musicais mais relevantes do país.
Manifesto
Por Rufo Herrera
Numa cultura de mercado organizada, como a que impera em nossa atualidade sociocultural, fica evidente a urgência de promover fatos referenciais que orientem para a preservação de certos valores imanentes ao desenvolvimento humanístico das novas gerações. Isso sob pena de continuarmos afundando no vazio ético da passividade conivente, onde tudo nos é oferecido e nada podemos escolher por livre-arbítrio e participação criativa, característica essencial da liberdade humana como único e verdadeiro ideal de transferência de um estado elementar para uma condição evolutiva.
Isso implica a convicção de que, atuando na transformação de nosso meio, abrimos espaço para a transformação do ser humano, naturalmente dotado de um potencial cujo desenvolvimento depende de orientação e estímulo.
Em todas as civilizações abrangidas pela experiência humana, esse papel coube à faculdade da imaginação, que estimula a criatividade, que estimula a descoberta, que estimula a invenção. Eis a espiral que deveria ser a base de todo o conhecimento.
Essa forma de entendimento (pensar) poderia evitar que as instituições tendam à prematura obsolescência, tornando-se repetidoras de procedimentos ultrapassados, e permitir que os homens superem a eficiência das formigas e das abelhas…
(Ressalvo o respeito que essas criaturas nos despertam!)
Presidente Honorário
Rufo Herrera
Direção Artística
Maestro Rodrigo Toffolo
Direção de Marca
Luiz Abreu
Gerência Administrativa
Ronaldo V. Toffolo
Coordenação Academia
Rodolfo Toffolo
Coord. Pedagógica Academia
Mara Toffolo
Marina Toffolo
Atendimento e Captação
Fernanda Guia
Coordenação Técnica
Kelly Baptista
Produção Executiva
Maria Eduarda Costa
Maria Clara Fernandes
Klênio Carvalho
Assistente Técnico
Luiz Henrique Silva
Comunicação
Soraya Belusi
A Dupla Informação
Lupa Comunicação
Coordenação NAB
João Paulo Moreira
Administrativo
Higor Otávio e Souza
Mirella Luiza Balduíno da Cruz
Suprimentos
Hugo de Souza Ribeiro
Beatriz Maria Leal
Fotografia
Rapha Garcia
Arquivo
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